Discos Escondidos #043: Marina Lima – Fullgás (1984)

Discos Escondidos #043: Marina Lima - Fullgás (1984)
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Marina Lima é uma cantora e compositora nascida em 17 de setembro de 1955 na cidade do Rio de Janeiro. Tendo crescido nos EUA por causa do trabalho de seu pai, Marina ganhou logo cedo um violão para não perder contato com seu país de origem.

Tendo musicado vários poemas de seu irmão, o aclamado poeta Antonio Cícero, ao longo de sua carreira, Marina Lima obteve o primeiro grande reconhecimento quando Gal Costa lançou em 1977 sua canção Meu Doce Amor.

Desde seu primeiro álbum Simples como Fogo, lançado em 1979, Marina Lima seguiu com grande sucesso de vendas e crítica nos álbuns Olhos Felizes (1980), Certos Acordes (1981) e Desta Vida, Desta Arte (1982), mas foi com Fullgás, lançado em 1984, que a cantora conseguiu atingir pela primeira vez o Disco de Platina – que registra 250.000 cópias vendidas – e se tornou uma das artistas mais aclamadas do país.

Fullgás apresenta faixas que navegam no pop oitentista sem se perder nos clichês da década. A faixa-título é um dos maiores hits dos anos 80 – sem contar a linha de baixo impressionante do produtor Liminha, e o disco também conta com as belas versões de Mesmo que Seja Eu, de Erasmo e Roberto Carlos, e da canção Me Chama, composta por Lobão.

Do álbum, destaco as faixas FullgásPé na TábuaEnsaios de AmorMesmo que Seja EuMe ChamaMesmo se o Vento LevouVeneno (Veleno) Nosso Estilo.

Sem mais delongas, Marina Lima e seu Fullgás:

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Cineasta, escritor e compositor, vive procurando novos discos pra ouvir e é fanático pela música dos anos 60 e 70. Escreve sobre Discos Escondidos nem tão escondidos assim e seu EP "4 Baladas Vermelhas" foi lançado em Dezembro de 2014 aqui no Jardim Elétrico.